Pensamentos Criativos

A idade não é um pretexto para que se fique velho. (G. Slattery)

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Neste blog podem encontrar não só um retrato social, económico e cultural da cidade de Queluz, mas também, e essencialmente, uma abordagem à realidade das pessoas idosas da nossa cidade, sendo que o nosso subtema é "QUELUZ>64" e o nosso grande propósito é que Queluz possa, um dia, ser considerada como um exemplo a nível nacional e mundial de Cidade Amiga do Idoso. (Para compreender melhor o nosso projecto leia as publicações que fizemos ou consulte os links que temos na barra lateral direita acerca do Programa Cidades Amigas do Idoso).
Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

Venham conhecer o pequeno Versailles!

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        Devido à sua enorme riqueza, o Palácio Nacional de Queluz – que faz parte do vasto património da cidade de Queluz – é muitas vezes comparado ao Palácio de Versailles, em França. A sua construção deve-se ao Infante D. Pedro (futuro D. Pedro III – rei de Portugal), que a partir de 1747 começou a transformar a velha casa de caça dos marqueses Castelo Rodrigo numa das mais ricas e harmoniosas residências do séc. XVIII.
 
        A primeira fase de construção do Palácio ocorreu entre 1747 e 1758 e foi confiada ao arquitecto português Mateus Vicente de Oliveira. Mas o casamento de D. Pedro com a futura Rainha Dona Maria I (1760), sua sobrinha, deu a origem a profundas alterações no projecto inicial. Esta segunda fase de construção ficou então a cargo do mestre francês Jean Baptiste Robillion que, para além de ter erguido novas salas e pavilhões no Palácio, enriqueceu ainda os salões e os jardins com os mais variados tipos de fontes barrocas, azulejos e estátuas.
        Actualmente, o  Palácio  no  estilo  rococó (última fase do estilo barroco), alberga  um valioso acervo de  Artes Decorativas, provenientes das Colecções Reais, ilustrando a evolução do gosto em Portugal na segunda metade do século XVIII e no primeiro quartel do século XIX. Este é ainda utilizado pelo Estado para reuniões especiais e visitas de Chefes de Estado e governo.
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        Agora que já ficaram a conhecer um pouco da história do nosso Palácio, convidamo-vos a visitá-lo, vão adorar!
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Salas do Palácio
 
àSala do Trono
 
        Construída em 1770 e decorada por Robillon, era inicialmente a Sala de Festas. Ocasionalmente, também serviu de Corpo de Igreja, Teatro e Câmara Ardente.
        As pinturas alegóricas do tecto representam a Fé, o Sol, a Esperança, a Guerra, a Justiça e a Caridade. Existem também as estátuas douradas de Atlantes que são de autoria de Silvestre Faria Lobo.
        Nesta sala em estilo Luís XV, a obra do primeiro trono é feita em talha dourada e constituída por um escudo com as Armas Reais sustentado por dois dragões e rematado por um grande laço.
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àSala da Música 
 
 
        Aqui tocava a orquestra de Câmara da Rainha D. Maria I, “a melhor da Europa”, segundo William Beckford (um viajante Inglês).
        A sua construção foi concluída em 1759, mas a sua decoração foi modificada em 1768. Retiraram-se as pinturas em “Chinoiserie” e optaram pela talha decorativa, estilo rococó europeu. Por cima do piano, está um retrato da Rainha D. Maria I.
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àSala dos Embaixadores
 
        No tempo de D. Pedro III era aqui que tinham lugar os concertos e festas nos dias de S. João e S. Pedro.No século XIX passou a ser usada para audiências ao Corpo Diplomático e aos Ministros Estrangeiros.
        Grandes vasos de porcelana da China colocados sobre penhas de talha dourada e pequenos vasos nos nichos das paredes constituíam o principal elemento da decoração desta Sala. O tecto está decorado com pinturas alegóricas e "chinoiseries", algumas sobre espelho, destacando-se assim o painel central, de efeito cenográfico, que representa a Família Real (D. José I, mulher e filhas e o futuro D.Pedro III), o Maestro de Música e a Corte assistindo a um Serenim.
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àSala do Despacho ou Sala do Conselho
  
        Foi sala de espera dos camaristas na época de D. Pedro III, mais tarde era aqui que D. João VI reunia com os seus Ministros e recebia outros ilustres em audiências particulares.
        A decoração das paredes desta sala é feita com telas que representam paisagens com ruínas da antiguidade clássica.
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àSala do Toucador
 
        Era neste íntimo gabinete que os vários monarcas que habitaram o palácio (D. Pedro III, D. João VI, D. Carlota Joaquina) se toucavam.
        A sua decoração ao gosto das cortes da Europa do séc. XVIII, baseia-se num jogo de espelhos e graciosos motivos pictóricos representando meninos toucando-se. .
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àQuarto de D. Quixote 
 
        Quarto Real que serviu de aposentos a D. Pedro III, D. Carlota Joaquina e D. João VI, era inicialmente a Sala do Café, só depois foi transformado para Quarto de Dormir. Foi aqui que nasceu D. Pedro IV, primeiro Imperador do Brasil e que também aqui viria a morrer.
        As cenas pintadas por Manuel da Costa nesta sala contam a história de D. Quixote.
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àSala das Merendas 
        Foi utilizada inicialmente como Sala de Jantar de D. Pedro III e D. Maria I.
        Esta sala quadrada em estilo “rocaille” é decorada com telas com ricas molduras em “papier maché” dourado evocando cenas de merendas ao ar livre e naturezas-mortas.
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àCorredor das Mangas ou dos Azulejos
  
        Dependência que liga o Paço Antigo ao Paço Novo, servia de antecâmara à Sala dos Embaixadores.
        O seu nome deve-se à grande profusão de mangas de vidro que serviam de protecção às velas usadas na sua iluminação.
        A decoração inicial era pinturas fingindo azulejos que em 1764 e 1784 foram substituídas por painéis de azulejos decorativos, que representam os continentes, as estações do ano e cenas de caça.
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Outras salas
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àSala de Jantar
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àQuarto da Rainha
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àQuarto Império - Aposentos da Rainha D.ª Maria Francisca Benedita 
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àToucador dos aposentos da Rainha D.ª Maria Francisca Benedita
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àCapela
        Desenhada por Mateus Vicente de Oliveira, a Capela tem uma só nave e é visível de fora do edifício por uma Cúpula de influência alemã. Está decorada por talha dourada de autoria de Silvestre Faria Lobo e é um bom exemplo do estilo Português rocaille. O painel do retábulo por trás do Altar Mor descre a Imaculada Conceição, padroeira de Queluz. A Rainha D. Maria e as suas irmãs também participaram na decoração por terem pintado quatro painéis nas paredes por baixo da cúpula.
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Jardins do Palácio de Queluz

 

Espaço privilegiado de lazer e cenário de muitas festas e passatempos da família real, os jardins do Palácio de Queluz são uma atracção à parte onde existem diversos labirintos e peixes em lagos e chafarizes.

Este espaço verdejante é povoado por inúmeras esculturas, tornando-se num verdadeiro museu de céu aberto e correspondendo à síntese de elementos decorativos inspirados no gosto europeu do séc. XVIII e num conceito de arquitectura que reflecte uma tradição humanista.

São jardins de buxo geométricos, marcados pelos conjuntos escultóricos, cascatas e tanques de água, vasos de mármore, gaiolas com pássaros exóticos e pelos azulejos.

Os jardins são cortados por um rio, poluído devido à poluição vinda com a modernidade. São ainda de salientar, os lagos e o amplo canal (outrora navegável, e decorado com azulejaria setecentista), que no seu conjunto denunciam um gosto minucioso e opulento, animando o próprio agregado arquitectónico do Palácio.

Os Jardins do Palácio de Queluz encontram-se então subdivididos da seguinte forma:

 

 

àJardim de Neptuno ou Pênsil ou Jardim Grande

Abundantemente decorado com lagos (Neptuno e Anfitrite) e pelos conjuntos escultóricos em pedra provenientes de Itália e Inglaterra, este jardim oferece todo um percurso mitológico a descobrir onde abundam os deuses e heróis da antiguidade clássica.

O Jardim de Neptuno é também denominado Jardim Pênsil por se apoiar em contrafortes de grossa silharia. Nele encontraram-se vários tanques, tendo o principal, diversas figuras alegóricas das quatros estações cercando a figura principal de Neptuno, que provêm da desmantelada Quinta do Senhor da Serra em Belas, tendo então sido atribuída ao grande mestre italiano Bernini.

Este jardim foi construído sobre o reservatório de água que confina com o jardim de Malta a Leste, e está delimitado por uma balaustrada de pedra ornada de estátuas e pelo Pórtico da Fama. Este pórtico, que representa a fama heróica montada no Pégaso, e de onde partem radialmente as avenidas do Parque flanqueado por dois grandes tanques, marca o antigo eixo principal de acesso ao Palácio limitado a Norte pela Fachada de cerimónias e a Sul pela Grande Cascata.

 

à Jardim dos Azereiros ou Jardim de Malta

O primeiro denominado de Jardim Novo ou de Malta foi primitivamente um lago, o que é perceptível pelos degraus envolventes. É uma referência à ordem de malta da qual o rei era Grão-mestre. Este jardim teve ainda a designação de Jardim dos Azereiros devido às plantas importadas da Holanda em 1758 para a sua decoração.

O jardim encontra-se separado por uma balaustrada e no nível inferior e foi mandado plantar por Junot quando ali habitou durante as invasões francesas. Também aqui se podem ver dois tanques: o dos Amores e o do Golfinho.



àMatinha

Junto ao Palácio, a Matinha constitui um belo refúgio para os amantes das Natureza. É um cenário propício à leitura, a um piquenique ou a um relaxante passeio depois de uma semana exaustiva.

 

 

àCanal de Azulejos

Trata-se do espaço onde a família Real passeava de barco nas tardes de Verão.

Actualmente, se por um lado a falta de água, por outro a falta de mão-de-obra qualificada e ainda a degradação das peças escultóricas. Perante esta necessidade de restauração, em 2002 a Associação World Monuments Fund propõe ao IPAAR a realização dum projecto conjunto para o restauro dos azulejos do Canal, bem como de toda a estatuária dos jardins.

O projecto restabelecerá os recursos e os itinerários hídricos que outrora foram a base dos Jogos de Água de Queluz. Esta recuperação devolverá o aspecto e harmonia originais de alguns dos mais emblemáticos lugares dos Jardins, abrindo um vasto leque de possibilidades para a dinâmica cultural do monumento.

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Informações úteis

 

Endereço: Palácio Nacional de Queluz

                Largo do Palácio

                2745-191 Queluz

Freguesia: Queluz

Concelho: Sintra

Distrito: Lisboa

Horário:

 

Palácio
09.30h – 17.00h (última entrada às 16.30h)

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Jardins

Verão (Maio a Setembro) à 10.00h – 18.00h

Inverno (Janeiro a Abril /
Outubro a Dezembro)
à 10.00h – 17.00h

 

Encerrado à terça-feira e nos feriados de 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio, 29 de Junho (feriado municipal) e 25 de Dezembro

Ingresso:

Palácio e Jardim

Normal: 4,00 €

Jovens (15 a 25 anos) e reformados: 2,00 €

Cartão Jovem: 1,60 €

Crianças até aos 14 anos: gratuito

Domingos e feriados até às 14:00: gratuito

Jardins

1,50 €

Domingos e feriados até às 14:00: gratuito

Telefone: +351 214 343 860

Fax: +351 214 343 878

E-mail: pnqueluz@ippar.pt

Serviço Educativo: Ateliers e projectos educativos sujeitos a marcação prévia

                            Tel. +351 214 354 625

                            Fax +351 214 352 575

Visitas Guiadas: Marcação prévia (também existem visitas guiadas para deficientes auditivos e invisuais)

                        Tel. +351 214 354 625

                        Fax +351 214 352 575

Loja: Publicações diversas, postais, material científico e didáctico, réplicas

        de peças das colecções e materiais de divulgação

        Tel. +351 214 359 705

Acesso a Deficientes: Existem vídeos com linguagem gestual para deficientes auditivos, desdobráveis em Braille e audio-guides para invisuais.

Como chegar:

Comboio

Lisboa-Sintra, paragem em Queluz/Belas

 

Autocarro

Rodoviária Nacional - Colégio Militar-Queluz de Baixo, paragem em Quatro Caminhos.

 

Parque de estacionamento

 

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.Fotos retiradas de:

http://www.portaldojardim.com/modules/articles/article.php?id=39 

http://homepage.oninet.pt/269mba/letrinha/passear/queluz.htm 

posted by polisxxi às 14:11
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