Pensamentos Criativos

A idade não é um pretexto para que se fique velho. (G. Slattery)

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O que pode encontrar aqui ...

Neste blog podem encontrar não só um retrato social, económico e cultural da cidade de Queluz, mas também, e essencialmente, uma abordagem à realidade das pessoas idosas da nossa cidade, sendo que o nosso subtema é "QUELUZ>64" e o nosso grande propósito é que Queluz possa, um dia, ser considerada como um exemplo a nível nacional e mundial de Cidade Amiga do Idoso. (Para compreender melhor o nosso projecto leia as publicações que fizemos ou consulte os links que temos na barra lateral direita acerca do Programa Cidades Amigas do Idoso).
Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

Universidade para Seniores

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à O que é a Universidade do Ensino Sénior?

A Junta de Freguesia de Queluz em colaboração com a UNIQUE levaram a cabo a abertura da Universidade do Ensino Sénior, em 2005, a única do concelho de Sintra.

A Universidade de Ensino Sénior é uma instituição cujo principal objectivo é, para além de integrar os idosos, que são uma parte significante da população desta cidade, incentivar a participação e a organização dos seniores em actividades de ensino e de lazer, assim como divulgar matérias essenciais para o desenvolvimento dos conhecimentos básicos.

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à Quais as disciplinas em que se pode inscrever?

Nesta Universidade, os candidatos podem inscrever-se em disciplinas como Pintura, Comunicação, Informática, Historia, Literatura, Sociologia, Politica Social, História das Religiões, Filosofia, Caligrafia, Higiene e Saúde, entre outras.

 

à Informações úteis

Avenida José Elias Garcia (nº 159 no r/c drt. e esq.) e pode entrar em contacto com esta Instituição através dos nºs de telefone 919162202 e 917439588, durante a manhã entre as 10h00 e as 12h00 e durante a tarde entre as 15h00 e as 17h00.

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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

Outubro foi o mês Idoso…

No seguimento de no dia 1 de Outubro ser comemorado o Dia Internacional do Idoso, durante todo o passado mês de Outubro foi lembrada toda a faixa etária a partir dos 65 anos.  Uma considerável fatia da nossa população foi então alvo de várias comemorações, onde todas as atenções estiveram centradas naqueles que promoveram o que somos hoje.

 

Um dos exemplos da confraternização proporcionada por este mês festivo foi o caso que se verificou na freguesia de Belas, no passado dia 25. Para comemorar o Dia do Idoso, a Junta de Freguesia de Belas promoveu um dia passado de maneira diferente e incentivou todos os idosos da zona a participar.

O programa desse dia foi preenchido com uma visita ao Oceanário de Lisboa, seguido de um almoço de convívio num restaurante situado na freguesia. Houve ainda lanche e tarde dançante animada pelo grupo musical da sociedade 22 de Maio (colectividade também da freguesia).

 

 

Como os idosos começam cada vez mais a ter uma elevada relevância na nossa sociedade, achamos ainda importante salientar os Direitos do Idoso:

 

 

à O Idoso tem direito à vida

 

 

à O Idoso tem direito à liberdade e à autonomia

 

à O Idoso tem direito ao respeito

 

à O Idoso tem direito a atendimento preferencial e a prioridade, juntamente com mulheres grávidas, mães com criança de colo e pessoas portadoras de deficiência

 

 

à O Idoso tem direito ao atendimento das suas necessidades básicas

 

à O Idoso tem direito à saúde

 

à O Idoso tem direito à educação

 

à O Idoso tem direito à habitação

 

à O Idoso tem direito à justiça

 

à O Idoso tem direito ao transporte

 

à O Idoso tem direito ao lazer

 

à O Idoso tem direito ao desporto

 

Fonte: http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/direitosdoidoso.htm
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Porque de imagens se faz a história...

 

O grupo da Polis XXI decidiu mostrar a sua cidade, incluindo não só locais bem conhecidos por todos, como também outros menos populares mas que são igualmente dignos de serem apreciados e referidos nesta abordagem a Queluz.

E qual a melhor maneira de concretizar este nosso objectivo? ...pois bem, a realização deste filme foi a solução por nós encontrada! Para a produção deste vídeo recolhemos imagens antigas e recentes de Queluz em livros e revistas e andámos durante uma manhã a fotografar a nossa lindíssima cidade!

Esperamos que apreciem e fiquem a conhecer melhor a cidade onde vivemos!

 

Sentimo-nos:
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posted by polisxxi às 22:03
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Queluz >64

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.           Apresentada a cidade de Queluz, introduzimos  agora o subtema a que nos propomos trabalhar ao longo do ano. Iremos então abordar o envelhecimento na cidade, mais particularmente, como Queluz olha e integra os seus idosos. 

       Escolhemos este tema porque a nossa cidade apresenta um elevado nº de habitantes idosos. Isto deve-se ao facto de Queluz ser uma cidade com um centro já bastante antigo, onde vivem famílias há várias gerações. Para além disso, nos anos 50, 60 e 70, ainda como vila, Queluz desenvolveu-se bastante, essencialmente como dormitório dos trabalhadores de Lisboa. Essas pessoas permaneceram em Queluz ao longo de todos estes anos, e são hoje os nossos idosos.

       Disponibilizaremos mais informações em breve. Até lá, aceitamos qualquer sugestão da vossa parte e continuaremos o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido até agora.

Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Poema à nossa cidade

 

 

 

Queluz
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Queluz, quem és?
Antigo Paço Real
Tua alta nobreza
A mais alta riqueza
Jardins de amores
Cobertos de flores
Lagos iluminados
Tinhas condes e reis
Boémios desenhadores
Classicos pintores
Gente trabalhadora
Com toda a arte
Deixou-te belos painéis
Foste nobre anfitriã
De nobres individualidades
E plenos diplomatas
Passeaste a tua tradição
Com tudo o que sei
Apresento toda a razão
Sei que tiveste rei
No teu nobre Palácio
Ou teu Paço Real
É tudo o que me seduz
Minha velha Queluz
Teu cartão de visita
Foste muito rica
Mas muito mais bonita
Falo assim com saudade
Ao te ver hoje cidade
Perder-te na vida
Muito esquecida
E pensando no teu revés
Queluz, quem és?
 
Poema de Alberto Ferreira, poeta popular residente em Queluz
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Domingo, 25 de Novembro de 2007

"Correio da Cidade"...o jornal de Queluz

 

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O jornal “CORREIO DA CIDADE” trata-se de um meio de difusão de informação independente com três edições – cidade de Queluz (Monte Abraão, Massamá, Queluz e suplemento de Belas), Algueirão-Mem Martins (com suplemento de Rio de Mouro), e cidade de Agualva-Cacém (Agualva, Cacém, Mira-Sintra e São Marcos).

  

A sociedade moderna que nos envolve precisa incessantemente de informação. Assim, torna-se tão importante saber notícias vindas do outro lado do Mundo como ter acesso a notícias do meio local onde estamos inseridos.

 

No caso da nossa cidade, o “CORREIO DA CIDADE” apresenta-se como um dos meios de dar a conhecer uma multiplicidade de factos que merecem ser noticia, como é o caso de vários projectos, ideias, eventos, vidas, iniciativas e problemas aqui da zona.

 

 

 

.Informações sobre o periódico:

à  Público-alvo: os cerca de 300 mil habitantes envolvidos diariamente na complexa realidade do meio urbano desta cidade.

à  Tem uma tiragem de 45.000 exemplares por mês (15.000 em cada edição)

à Apresenta-se com 24 páginas a cores em formato tablóide

à   É gratuito

à  É distribuído à população em geral em locais como as estações da CP, espaços públicos (Juntas de Freguesia, Centros de Saúde, etc), espaços comerciais e caixas de correio.

à  Tem um site oficial em www.correiodacidade.net

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.     De seguida, apresentamos uma pequena amostra das notícias mais significativas ue constam da mais recente edição do CC de Queluz (Nº13 - mês de Novembro):

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1- Inauguração da exposição “Fotografar Monte-Abraão”

No âmbito das comemorações do 10º aniversário da Junta de Freguesia do Monte-Abraão, foi inaugurada dia 8 de Novembro uma exposição de fotografias tiradas a vários locais da freguesia e cujo principal objectivo foi promover a zona.

A exposição encontra-se nas instalações da Junta de Freguesia do Monte-Abraão e pode ser visitada das 9h00 às 12h30 e das 14h às 17h30 até ao dia 20 deste mês.

 

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2- Queluz acolheu a III corrida pela saúde

A cidade de Queluz foi palco da III corrida pela saúde, uma mini corrida e marcha com a distância de 6 000 metros.

Esta iniciativa promovida pelo Hospital Fernando da Fonseca (mais conhecido como Hospital Amadora-Sintra) contou com a participação de mais de 3 000 participantes em representação de clubes, associações ou de forma individual.

 

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3- Um ano do Correio da Cidade!

O jornal “CORREIO DA CIDADE” de Queluz celebra nesta edição um ano de existência.

Ao longo do último ano foram escritas várias páginas tendo como plano de fundo a realidade de mais de 100 000 habitantes da cidade. Assim, pretende-se continuar a promover a informação de proximidade.

 

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4-BTT em Belas

Às 9h Dia 18 de Novembro, realizou-se em Belas um passeio de BTT subordinado ao tema “À Descoberta do Aqueduto”.

A prova onde foram percorridos 2km no túnel com dois níveis de andamento e dificuldade técnica, teve patrocínio das lojas de desporto Decathlon da Amadora e de Sintra.

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5- Festejos dos 10 anos da elevação de Belas a Vila

No dia 28 de Outubro assistiu-se às comemorações dos 10 anos de elevação de Belas a Vila. Tal facto ocorreu a 25 de Outubro de 1997, quando a então localidade de Belas, sede de freguesia, se viu de novo com o título de Vila, depois de há muitos anos atrás já ter sido também sede de concelho (até 1855).

Os festejos incluíram ainda a inauguração de uma rotunda com um monumento dedicado à Vila e contaram com a presença do presidente da Câmara de Sintra (Fernando Seara). Houve também uma exposição com fotografias/documentários referentes ao passado histórico da freguesia.

 

Venha jantar ao Palácio de Queluz

 

No âmbito das Comemorações da chegada da Família Real ao Brasil, o Palácio Nacional de Queluz organiza um jantar, no dia 27 de Novembro, pelas 20h30 (as reservas eram até dia 19 de Novembro).

Quem for a este jantar viverá uma recriação dos tempos de partida do Príncipe Regente D. João e da Família Real para o Brasil, com animação histórica, música e canto da época, e contribuirá para o restauro da estátua da Rainha D. Maria I.

Este jantar é uma iniciativa da Fundação Luso Brasileira e conta com a participação da Escola Portuguesa de Arte Equestre.

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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

Atenção: Nova rubrica

        O grupo gostaria de anunciar que a partir do presente mês haverá uma rubrica mensal no nosso site. Esta irá chamar-se "O Melhor do Mês" e pretende eleger a pessoa, grupo, evento ou iniciativa que se tenha destacado, nesse mês, na nossa cidade ou no domínio do tema do projecto (ainda por revelar). Iremos então reservar um post no final de cada mês para que toda a comunidade possa ter conhecimento do vencedor assim como dos motivos que levaram o grupo a escolhê-lo.

       O grupo agradece todas as sugestões da vossa parte e espera dar novidades brevemente!

 

Venham conhecer o pequeno Versailles!

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        Devido à sua enorme riqueza, o Palácio Nacional de Queluz – que faz parte do vasto património da cidade de Queluz – é muitas vezes comparado ao Palácio de Versailles, em França. A sua construção deve-se ao Infante D. Pedro (futuro D. Pedro III – rei de Portugal), que a partir de 1747 começou a transformar a velha casa de caça dos marqueses Castelo Rodrigo numa das mais ricas e harmoniosas residências do séc. XVIII.
 
        A primeira fase de construção do Palácio ocorreu entre 1747 e 1758 e foi confiada ao arquitecto português Mateus Vicente de Oliveira. Mas o casamento de D. Pedro com a futura Rainha Dona Maria I (1760), sua sobrinha, deu a origem a profundas alterações no projecto inicial. Esta segunda fase de construção ficou então a cargo do mestre francês Jean Baptiste Robillion que, para além de ter erguido novas salas e pavilhões no Palácio, enriqueceu ainda os salões e os jardins com os mais variados tipos de fontes barrocas, azulejos e estátuas.
        Actualmente, o  Palácio  no  estilo  rococó (última fase do estilo barroco), alberga  um valioso acervo de  Artes Decorativas, provenientes das Colecções Reais, ilustrando a evolução do gosto em Portugal na segunda metade do século XVIII e no primeiro quartel do século XIX. Este é ainda utilizado pelo Estado para reuniões especiais e visitas de Chefes de Estado e governo.
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        Agora que já ficaram a conhecer um pouco da história do nosso Palácio, convidamo-vos a visitá-lo, vão adorar!
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Salas do Palácio
 
àSala do Trono
 
        Construída em 1770 e decorada por Robillon, era inicialmente a Sala de Festas. Ocasionalmente, também serviu de Corpo de Igreja, Teatro e Câmara Ardente.
        As pinturas alegóricas do tecto representam a Fé, o Sol, a Esperança, a Guerra, a Justiça e a Caridade. Existem também as estátuas douradas de Atlantes que são de autoria de Silvestre Faria Lobo.
        Nesta sala em estilo Luís XV, a obra do primeiro trono é feita em talha dourada e constituída por um escudo com as Armas Reais sustentado por dois dragões e rematado por um grande laço.
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àSala da Música 
 
 
        Aqui tocava a orquestra de Câmara da Rainha D. Maria I, “a melhor da Europa”, segundo William Beckford (um viajante Inglês).
        A sua construção foi concluída em 1759, mas a sua decoração foi modificada em 1768. Retiraram-se as pinturas em “Chinoiserie” e optaram pela talha decorativa, estilo rococó europeu. Por cima do piano, está um retrato da Rainha D. Maria I.
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àSala dos Embaixadores
 
        No tempo de D. Pedro III era aqui que tinham lugar os concertos e festas nos dias de S. João e S. Pedro.No século XIX passou a ser usada para audiências ao Corpo Diplomático e aos Ministros Estrangeiros.
        Grandes vasos de porcelana da China colocados sobre penhas de talha dourada e pequenos vasos nos nichos das paredes constituíam o principal elemento da decoração desta Sala. O tecto está decorado com pinturas alegóricas e "chinoiseries", algumas sobre espelho, destacando-se assim o painel central, de efeito cenográfico, que representa a Família Real (D. José I, mulher e filhas e o futuro D.Pedro III), o Maestro de Música e a Corte assistindo a um Serenim.
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àSala do Despacho ou Sala do Conselho
  
        Foi sala de espera dos camaristas na época de D. Pedro III, mais tarde era aqui que D. João VI reunia com os seus Ministros e recebia outros ilustres em audiências particulares.
        A decoração das paredes desta sala é feita com telas que representam paisagens com ruínas da antiguidade clássica.
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àSala do Toucador
 
        Era neste íntimo gabinete que os vários monarcas que habitaram o palácio (D. Pedro III, D. João VI, D. Carlota Joaquina) se toucavam.
        A sua decoração ao gosto das cortes da Europa do séc. XVIII, baseia-se num jogo de espelhos e graciosos motivos pictóricos representando meninos toucando-se. .
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àQuarto de D. Quixote 
 
        Quarto Real que serviu de aposentos a D. Pedro III, D. Carlota Joaquina e D. João VI, era inicialmente a Sala do Café, só depois foi transformado para Quarto de Dormir. Foi aqui que nasceu D. Pedro IV, primeiro Imperador do Brasil e que também aqui viria a morrer.
        As cenas pintadas por Manuel da Costa nesta sala contam a história de D. Quixote.
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àSala das Merendas 
        Foi utilizada inicialmente como Sala de Jantar de D. Pedro III e D. Maria I.
        Esta sala quadrada em estilo “rocaille” é decorada com telas com ricas molduras em “papier maché” dourado evocando cenas de merendas ao ar livre e naturezas-mortas.
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àCorredor das Mangas ou dos Azulejos
  
        Dependência que liga o Paço Antigo ao Paço Novo, servia de antecâmara à Sala dos Embaixadores.
        O seu nome deve-se à grande profusão de mangas de vidro que serviam de protecção às velas usadas na sua iluminação.
        A decoração inicial era pinturas fingindo azulejos que em 1764 e 1784 foram substituídas por painéis de azulejos decorativos, que representam os continentes, as estações do ano e cenas de caça.
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Outras salas
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àSala de Jantar
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àQuarto da Rainha
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àQuarto Império - Aposentos da Rainha D.ª Maria Francisca Benedita 
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àToucador dos aposentos da Rainha D.ª Maria Francisca Benedita
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àCapela
        Desenhada por Mateus Vicente de Oliveira, a Capela tem uma só nave e é visível de fora do edifício por uma Cúpula de influência alemã. Está decorada por talha dourada de autoria de Silvestre Faria Lobo e é um bom exemplo do estilo Português rocaille. O painel do retábulo por trás do Altar Mor descre a Imaculada Conceição, padroeira de Queluz. A Rainha D. Maria e as suas irmãs também participaram na decoração por terem pintado quatro painéis nas paredes por baixo da cúpula.
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Jardins do Palácio de Queluz

 

Espaço privilegiado de lazer e cenário de muitas festas e passatempos da família real, os jardins do Palácio de Queluz são uma atracção à parte onde existem diversos labirintos e peixes em lagos e chafarizes.

Este espaço verdejante é povoado por inúmeras esculturas, tornando-se num verdadeiro museu de céu aberto e correspondendo à síntese de elementos decorativos inspirados no gosto europeu do séc. XVIII e num conceito de arquitectura que reflecte uma tradição humanista.

São jardins de buxo geométricos, marcados pelos conjuntos escultóricos, cascatas e tanques de água, vasos de mármore, gaiolas com pássaros exóticos e pelos azulejos.

Os jardins são cortados por um rio, poluído devido à poluição vinda com a modernidade. São ainda de salientar, os lagos e o amplo canal (outrora navegável, e decorado com azulejaria setecentista), que no seu conjunto denunciam um gosto minucioso e opulento, animando o próprio agregado arquitectónico do Palácio.

Os Jardins do Palácio de Queluz encontram-se então subdivididos da seguinte forma:

 

 

àJardim de Neptuno ou Pênsil ou Jardim Grande

Abundantemente decorado com lagos (Neptuno e Anfitrite) e pelos conjuntos escultóricos em pedra provenientes de Itália e Inglaterra, este jardim oferece todo um percurso mitológico a descobrir onde abundam os deuses e heróis da antiguidade clássica.

O Jardim de Neptuno é também denominado Jardim Pênsil por se apoiar em contrafortes de grossa silharia. Nele encontraram-se vários tanques, tendo o principal, diversas figuras alegóricas das quatros estações cercando a figura principal de Neptuno, que provêm da desmantelada Quinta do Senhor da Serra em Belas, tendo então sido atribuída ao grande mestre italiano Bernini.

Este jardim foi construído sobre o reservatório de água que confina com o jardim de Malta a Leste, e está delimitado por uma balaustrada de pedra ornada de estátuas e pelo Pórtico da Fama. Este pórtico, que representa a fama heróica montada no Pégaso, e de onde partem radialmente as avenidas do Parque flanqueado por dois grandes tanques, marca o antigo eixo principal de acesso ao Palácio limitado a Norte pela Fachada de cerimónias e a Sul pela Grande Cascata.

 

à Jardim dos Azereiros ou Jardim de Malta

O primeiro denominado de Jardim Novo ou de Malta foi primitivamente um lago, o que é perceptível pelos degraus envolventes. É uma referência à ordem de malta da qual o rei era Grão-mestre. Este jardim teve ainda a designação de Jardim dos Azereiros devido às plantas importadas da Holanda em 1758 para a sua decoração.

O jardim encontra-se separado por uma balaustrada e no nível inferior e foi mandado plantar por Junot quando ali habitou durante as invasões francesas. Também aqui se podem ver dois tanques: o dos Amores e o do Golfinho.



àMatinha

Junto ao Palácio, a Matinha constitui um belo refúgio para os amantes das Natureza. É um cenário propício à leitura, a um piquenique ou a um relaxante passeio depois de uma semana exaustiva.

 

 

àCanal de Azulejos

Trata-se do espaço onde a família Real passeava de barco nas tardes de Verão.

Actualmente, se por um lado a falta de água, por outro a falta de mão-de-obra qualificada e ainda a degradação das peças escultóricas. Perante esta necessidade de restauração, em 2002 a Associação World Monuments Fund propõe ao IPAAR a realização dum projecto conjunto para o restauro dos azulejos do Canal, bem como de toda a estatuária dos jardins.

O projecto restabelecerá os recursos e os itinerários hídricos que outrora foram a base dos Jogos de Água de Queluz. Esta recuperação devolverá o aspecto e harmonia originais de alguns dos mais emblemáticos lugares dos Jardins, abrindo um vasto leque de possibilidades para a dinâmica cultural do monumento.

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Informações úteis

 

Endereço: Palácio Nacional de Queluz

                Largo do Palácio

                2745-191 Queluz

Freguesia: Queluz

Concelho: Sintra

Distrito: Lisboa

Horário:

 

Palácio
09.30h – 17.00h (última entrada às 16.30h)

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Jardins

Verão (Maio a Setembro) à 10.00h – 18.00h

Inverno (Janeiro a Abril /
Outubro a Dezembro)
à 10.00h – 17.00h

 

Encerrado à terça-feira e nos feriados de 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio, 29 de Junho (feriado municipal) e 25 de Dezembro

Ingresso:

Palácio e Jardim

Normal: 4,00 €

Jovens (15 a 25 anos) e reformados: 2,00 €

Cartão Jovem: 1,60 €

Crianças até aos 14 anos: gratuito

Domingos e feriados até às 14:00: gratuito

Jardins

1,50 €

Domingos e feriados até às 14:00: gratuito

Telefone: +351 214 343 860

Fax: +351 214 343 878

E-mail: pnqueluz@ippar.pt

Serviço Educativo: Ateliers e projectos educativos sujeitos a marcação prévia

                            Tel. +351 214 354 625

                            Fax +351 214 352 575

Visitas Guiadas: Marcação prévia (também existem visitas guiadas para deficientes auditivos e invisuais)

                        Tel. +351 214 354 625

                        Fax +351 214 352 575

Loja: Publicações diversas, postais, material científico e didáctico, réplicas

        de peças das colecções e materiais de divulgação

        Tel. +351 214 359 705

Acesso a Deficientes: Existem vídeos com linguagem gestual para deficientes auditivos, desdobráveis em Braille e audio-guides para invisuais.

Como chegar:

Comboio

Lisboa-Sintra, paragem em Queluz/Belas

 

Autocarro

Rodoviária Nacional - Colégio Militar-Queluz de Baixo, paragem em Quatro Caminhos.

 

Parque de estacionamento

 

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.Fotos retiradas de:

http://www.portaldojardim.com/modules/articles/article.php?id=39 

http://homepage.oninet.pt/269mba/letrinha/passear/queluz.htm 

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Descubram o nosso património

 

à Palácio Nacional de Queluz e jardins; 

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O Palácio Nacional de Queluz esteve entre os 21 monumentos finalistas eleitos para a escolha das “7 Maravilhas de Portugal”. Esta iniciativa foi apoiada pelo Ministério da Cultura de Portugal e visou eleger os sete monumentos mais relevantes do património português. A escolha, baseada em 793 monumentos nacionais classificados pelo IPPAR, foi feita por meio de várias fases de selecção: uma primeira (realizada por peritos e da qual resultou uma lista de 77 monumentos), e posteriormente outra (realizada por um Conselho de Notáveis, constituído por personalidades de diversos quadrantes, de onde saíram os 21 monumentos que foram sujeitos a votação final).

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à.Torre do Relógio (Largo do Palácio Nacional de Queluz);

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à Estátua da Rainha Dona Maria I de Portugal (Largo do Palácio Nacional de Queluz);

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à Pousada Dona Maria I

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à RAAA1 - Regimento de Artilharia Anti Aérea nº1

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à Palacete Dos Condes de Almeida Araújo;

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.....

à Anta do Monte Abraão; 

 ..

...

àAqueduto das Águas Livres;

..

..

à Bairro Conde Almeida Araújo ou, como é conhecido entre os populares, Bairro do Chinelo (construído no século XVIII); 

 .

 ..

à Parque de manutenção;

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 .

à.Parque Felício Loureiro;

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à Jardim e Palacete da Quinta do Capucho;

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à Solar dos Menezes de Sousa (actualmente faz parte da escola D. Pedro IV)

 .

 .

à Quinta das Flores

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..

à Ponte da Ribeira de Carenque (no limite das cidades de Queluz e da Amadora)

 .

  .

à Chafariz de Massamá; 

...

 

posted by polisxxi às 11:56
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

BI da nossa cidade

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Nome da cidade: Queluz

Distrito: Lisboa

Concelho: Sintra

Freguesias: Queluz, Massamá, Monte-Abraão

.................(a freguesia de Belas está também intimamente ligada à cidade apesar de ainda não fazer parte dela)

Localização: a 14 Km de Sintra e a 12 Km de Lisboa.

População da cidade: 250/300 mil hab.

Código Postal: 2745

 . 

è   É a oitava cidade mais populosa do país;

è   É considerada uma cidade-satélite de Lisboa;

è   É a primeira cidade e o maior núcleo urbano do Município de Sintra.

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Queluz é servida por inúmeras estradas e diversos transportes públicos que a ligam à capital (local de trabalho da maior parte dos seus habitantes) e às demais zonas do distrito. Em Queluz localizam-se algumas indústrias e o comércio tem verificado um grande desenvolvimento. Queluz já possui então alguns Centros Comerciais.
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Com a expansão urbanistica dos últimos quarenta anos, Queluz divide-se hoje em zonas bem diferenciadas embora ligadas entre si: Massamá, Casal do Olival, Monte Abraão, Pendão, Alto dos Moinhos, Casal dos Afonsos e o Bairro Conde Almeida Araújo (Chinelo), são agrupamentos habitacionais que rodeiam a parte central de Queluz.
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

Curiosidades da polis XXI

 

Origem do nome

 

Circula  uma lenda  de um príncipe  que, tentando orientar-se, perguntou aos companheiros com  quem  caçava  "Quê  luz é aquela que se avista?",  sendo assim  que   a   luz  de uma capelinha deu nome ao lugar de Quêluz (assim se pronunciava até ao séc. XIX).

 

Alguns investigadores vão mais longe no tempo, atribuindo o nome Queluz ("Aquiluz") ao deus "Lu"  ou  "Luz" dos antigos  Lusitanos, o qual  estará também no  próprio nome de "Lusitânia" ("Citânia de Lu").

 

De acordo com alguns historiadores, o nome de Queluz é de origem árabe, de "quê" (ou câ) - fundo ou  baixa de um  vale, vale  formado  pelo leito de um ribeiro, vale apertado - e "lûz" (com o artigo árabe "llûz"), "amendoeira", ou seja, "Vale da Amendoeira".

 

 

A Simbologia do nosso brasão

 

  • A amendoeira -  de acordo com alguns historiadores, " Qa Al Luz" (Queluz), de origem árabe, significa " Vale da Amendoeira";
  • Os dois crescentes de prata - representam as duas povoções moçarábicas (Queluz e Massamá). Evidenciam a permanência muçulmana na região;
  • As três quinas - referência à presença da Família Real, que mandou construir no século XVIII um palácio nesta localidade, denotando a ascensão e a grandeza de Queluz;
  • Campanha ondada de prata e azul - alusão aos cursos de água do rio Jamor que atravessam a cidade;
  • Escudo de prata - Expressa a humildade e riqueza dos naturais da terra.

Fonte: Diário da República

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