Pensamentos Criativos

A idade não é um pretexto para que se fique velho. (G. Slattery)

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Neste blog podem encontrar não só um retrato social, económico e cultural da cidade de Queluz, mas também, e essencialmente, uma abordagem à realidade das pessoas idosas da nossa cidade, sendo que o nosso subtema é "QUELUZ>64" e o nosso grande propósito é que Queluz possa, um dia, ser considerada como um exemplo a nível nacional e mundial de Cidade Amiga do Idoso. (Para compreender melhor o nosso projecto leia as publicações que fizemos ou consulte os links que temos na barra lateral direita acerca do Programa Cidades Amigas do Idoso).
Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Conversa com a Drª Gregória Von Amann da DGS...um passo importantíssimo para o nosso projecto!

     Como sabem, no dia 1 de Fevereiro fomos até à Direcção Geral da Saúde, em Lisboa, para conversar com a Dr.ª Gregória Von Amann sobre o Programa Cidades Amigas das Pessoas Idosas, visto que o nosso projecto vai incidir em grande parte sobre este Programa. O grande objectivo desta conversa era ficarmos a conhecer, por parte de alguém que está envolvido neste Programa em Portugal, como surgiu o Programa Cidades Amigas das Pessoas Idosas, em que fase está este programa em Portugal e, essencialmente, como devemos proceder para fazer a avaliação da nossa cidade com base neste programa. A Drª Gregória von Amann respondeu a todas estas nossas questões e é sobre estas que vamos agora falar.  

 

 

 

Como surgiu o Programa Cidades Amigas das Pessoas Idosas?

   A ideia surgiu no decorrer de uma conferência da OMS. Foi pedido ao Professor Alexandre Kalache que desenvolvesse um esboço de um projecto que fosse inovador, criativo e que cativasse a atenção dos media. Como o Professor Alexandre Kalache é natural de Copacabana e este bairro apresenta uma das maiores médias de idade e de concentração de idosos no Brasil, possuindo taxas de envelhecimento próximas das dos países mais envelhecidas do Mundo, o Professor decidiu criar algo relacionado com o envelhecimento nas cidades. Nasceu, assim, o Programa "Cidades Amigas das Pessoas Idosas".

     Este projecto foi lançado pela OMS no XVIII Congresso da Associação Internacional de Gerontologia e Geriatria (IAGG) no Rio de Janeiro, em Junho de 2005.

 

Em que fase se encontra este Programa em Portugal?

    Este programa encontra-se num fase embrionária em Portugal. Já demos a conhecer este Programa ao Ministério da Saúde e frisámos a importância da sua implementação em Portugal, um país onde já existem mais pessoas idosas do que jovens, tendência esta que continuará a acentuar-se nas próximas décadas. Obtivemos um parecer positivo do Ministério da Saúde, contudo, é necessário um grande investimento para este Programa ir para a frente e, portanto, este abrangerá de início apenas 4 ou 5 cidades do país.

    Neste momento encontramo-nos a traduzir o Guia da OMS para português, assim como o folheto informativo e a lista com as principais características de uma cidade amiga das pessoas idosas.

 

Como devemos proceder na avaliação da nossa cidade?

    Vocês são o primeiro grupo de estudantes interessados em avaliar a sua cidade no âmbito das Cidades Amigas dos Idosos, apesar de já existirem entidades politicas e instituições de outras cidades portuguesas a querer fazê-lo, como Cascais. Esta avaliação não deve ser feita, na realidade, não por vocês, mas pelas pessoas idosas da vossa cidade. Assim, o que eu vos aconselho é que traduzam a lista das características principais de uma cidade amiga das pessoas idosas – “Checklist of Essencial Features of Age-friendly Cities” – e que organizem um género de focus group com instituições de idosos da vossa cidade (centros de dia, universidades sénior, centros sociais, associações de reformados, etc.) onde reúnam os idosos, os vão questionando acerca das características presentes na checklist e tirem as vossas conclusões a partir do que eles disserem. Desta forma, poderão avaliar a vossa cidade do ponto de vista das pessoas idosas, pois se fossem vocês a avaliar a cidade, para vocês o maior problema poderia ser as casas mal equipadas ou a insegurança, mas para estes isso pode nem os incomodar muito, e o pior problema ser por exemplo o tempo de mudança dos semáforos. Contudo, aconselho-vos a não juntarem diferentes instituições numa só reunião, façam-no individualmente, pois se o fizessem em conjunto estariam a juntar pessoas com necessidades muito distintas e a opinião de alguns poderia sobrepor-se à de outros.

    Sugiro-vos ainda que contactem países onde o Programa Cidades Amigas das Pessoas Idosas já é bastante abrangente e está muito desenvolvido, como é o caso do Canadá ou da Suiça. Desta forma poderão fazer comparações entre cidades e opiniões das pessoas idosas e enriquecer o vosso trabalho.

_________________________________________________________

    Agradecemos muito a simpatia da Drª Gregória que até se disponibilizou a apresentar-nos o Professor Alexandre Kalache quando este vier a Portugal! Informamos também que todos estes conselhos que a Drª nos deu serão aproveitados e seguidos à risca. De facto, já começámos a entrar em contacto com diferentes instituições de apoio aos idosos de Queluz para falarmos sobre o nosso projecto e propormos o tal focus group. Para alem de irmos ouvir a opinião dos idosos da cidade iremos ainda conversar com responsáveis e funcionários destas instituições para completarmos a informação dada pelos idosos com a de pessoas que estão em contacto próximo com eles. Por fim, tentaremos contactar os responsáveis pelo programa "Cidades Amigas das Pessoas Idosas" noutros países, como o Canadá e o Brasil, para termos noção da evolução deste programa nesses países. 

Sentimo-nos:
posted by polisxxi às 16:24
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Domingo, 20 de Janeiro de 2008

2ºPERÍODO… Que objectivos?

    Bem, já lá vão mais de duas semanas desde o início do 2ºPeríodo, mas infelizmente não conseguimos fazer este publicação mais cedo …Contudo, achamos que mais vale tarde do que nunca e por isso cá estamos nós para vos dizer o que pretendemos fazer ao longo deste Período.

    Para começar, queremos melhorar o trabalho por nós desenvolvido ao longo do 1ºPeríodo, ou seja, pretendemos enriquecer o diagnóstico geral que fizemos da cidade em termos demográficos, sociais, históricos, económicos e culturais. Para tal, iremos continuar a entrevistar e a divulgar práticas, actores e instituições que consideremos importantes para a nossa cidade, ao contribuírem para aumentar a qualidade de vida da população nela residente e para a projecção da cidade de Queluz a nível nacional e mundial. Iremos ainda proceder à distribuição de um inquérito à população idosa da cidade de Queluz, com o objectivo de ficar a conhecer  a sua opinião no que diz respeito à forma a cidade os trata, e se estes consideram que a cidade adapta as suas estruturas às suas suas necessidades especificas.


    Vamos ainda tentar conversar com as principais entidades políticas da cidade: o Presidente da Junta de Freguesia de Queluz (já entrevistado), a Presidente da Junta de Freguesia do Monte Abraão, o Presidente da Junta de Freguesia de Massamá e, se possível, com o Presidente da Câmara Municipal de Sintra. Nestas conversas iremos abordar essencialmente a temática do envelhecimento na nossa cidade: queremos saber se as entidades políticas mais importantes de Queluz a consideram uma cidade envelhecida, se acham que esta situação se irá inverter nos próximos anos, se consideram que a cidade integra bem os seus idosos, se os apoia, se lhes presta e lhes disponibiliza serviços e actividades de auxilio, e o que pensam fazer para continuar a melhorar o bem-estar dos idosos da cidade.

    Durante este período iremos visitar pelo menos duas instituições de auxílio a idosos da cidade, não só para conhecer o trabalho por estas desenvolvido (que tão importante é para muitos idosos da cidade), mas também para podermos ter um maior contacto com a população idosa da cidade.

    Na última semana deste período iremos ainda realizar uma visita de estudo orientada por nós, isto é, iremos elaborar um roteiro com alguns dos sítios mais bonitos da cidade e que são obrigatórios de conhecer – desde bairros típicos, monumentos, jardins, exposições, enfim, entre muitos outros locais característicos da cidade – e iremos, posteriormente, fazer de “guias” durante um dia, dando a conhecer à nossa turma o que a cidade oferece de melhor.

    Durante este período vamos ainda começar a planear a actividade que pretendemos desenvolver no fim do ano lectivo para finalizar em grande o desenvolvimento do nosso projecto, mas esta continuará no segredo dos deuses até estar melhor definida e planificada.

    Bem, mas o grande desafio deste período, visto que será essencial no desenvolvimento do nosso subtema -“O envelhecimento na cidade de Queluz”- será baseado no Programa Cidades Amigas do Idoso. Tivemos conhecimento desta iniciativa da OMS no final do período passado e desde logo achámos que esta poderia ser muito importante para nos apoiar no desenvolvimento do nosso projecto.

    Mas o que pretendemos fazer ao certo com o Programa Cidades Amigas do Idoso? 
   

    Como já referimos numa publicação anterior, o Programa Cidades Amigas do Idoso visa um conjunto de mudanças muito simples mas com grande importância para melhorar o bem-estar dos idosos que vivem nas cidades do Mundo. Para ajudar as cidades nas várias etapas de desenvolvimento a analisarem-se sob a perspectiva dos idosos e a identificarem os pontos que devem melhorar para poderem ficar mais amigas da terceira idade, a OMS desenvolveu um guia, o “Guia Global das Cidades Amigas do Idoso”. “Este Guia é destinado a grupos de pessoas interessadas em tornar as suas cidades mais amigas dos idosos […]. A lista de características amigáveis aos idosos não é um sistema para comparar cidades. Na verdade, trata-se de uma ferramenta para uma cidade se auto-avaliar e um mapa onde possam ser anotados os progressos alcançados.[…] É possível ir além dela e existem cidades com características que vão além do indicado na lista.”
    Este Guia foi elaborado com a ajuda plena dos idosos das cidades e o mesmo se aplica à sua utilização: o objectivo deste guia é envolver os idosos, estes devem avaliar os aspectos positivos e negativos das cidades e, com base na sua experiência, ajudar a tornar as cidades mais amigas dos idosos.
    Assim, o que nós pretendemos é, com base neste Guia, avaliar a nossa cidade, identificando o que esta tem e o que deveria ter e fazer para poder ser considerada um exemplo a nível nacional de cidade amiga do idoso. Para tal, contactámos a Direcção Geral da Saúde que se disponibilizou inteiramente a apoiar-nos no desenvolvimento desta avaliação da nossa cidade (em breve marcaremos uma reunião com a DGS). Iremos ainda, como o Guia “diz”, questionar a população idosa da cidade, levando-a a participar activamente na avaliação da nossa cidade.
    Iremos então elaborar um plano que irá conter uma lista com o levantamento das características positivas e negativas da nossa cidade no que diz respeito à forma como a cidade auxilia os seus idosos e contribui para o seu bem-estar. Este plano irá ainda conter várias propostas a serem entregues às Juntas de Freguesia da Cidade e à Câmara Municipal de Sintra, no 3º Período, para que a nossa cidade possa, um dia, adquirir o estatuto de cidade amiga do idoso. 
    Com este trabalho pretendemos não só aprender muito acerca do envelhecimento nas áreas urbanas, mas principalmente ajudar a tornar a nossa cidade numa cidade mais amiga da terceira idade, numa cidade onde os idosos vivam bem e com gosto.

Sentimo-nos: motivados para trabalhar
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

O Melhor do Ano

...Tal como dissemos na segunda-feira, o grupo POLISXXI elegeu um evento relacionado com o nosso tema que marcou, sem dúvida alguma, este ano que passou. Encontrámos uma vasta lista de eventos, mas decidimos escolher apenas um que, por toda a sua criatividade (afinal estamos no concurso "Cidades Criativas") e pela sua abrangência, é o mais adequado ao nosso conceito de trabalho.

...O melhor do ano de 2007, eleito pelo grupo POLISXXI é o programa: "Cidades Amigas do Idoso" (OMS), pois achámos este Programa muito importante, na medida em que visa melhorias na qualidade de vida dos idosos das cidades do Mundo, o que afinal é um dos nossos objectivos, ao tentarmos melhorar a qualidade de vida destes na nossa cidade.

...A Organização Mundial de Saúde lançou então este programa que passa pela criação de medidas tão simples como aumentar o tamanho das letras nos painéis informativos ou adaptar os semáforos nas passadeiras ao ritmo dos mais velhos. A ideia deste programa provém do XVIII Congresso da Associação Internacional de Gerontologia e Geriatria (IAGG) no Rio de Janeiro, em 2005.

...Numa primeira fase, a OMS questionou um conjunto de 1500 idosos de 33 cidades (22 países) acerca de 8 aspectos sociais e económicos:

1. prédios públicos e espaços abertos,

2. transporte,

3. moradia,

4. participação social,

5. respeito e inclusão social,

6. participação cívica e emprego,

7. comunicação e informação,

8. apoio comunitário e serviços de saúde.

...Foram ainda entrevistadas cerca de 750 pessoas que cuidam de idosos. Depois destas várias consultas foram então definidas algumas características-chave de uma cidade amiga do idoso e preparou uma lista de verificação de cada um dos oito aspectos identificados acima.

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...Cada cidade terá de adaptar as suas estruturas e serviços para que sejam acessíveis às pessoas idosas, com diferentes necessidades e capacidades. Segundo o Director do Programa Envelhecimento e Curso de Vida da OMS, Alexandre Kaache “Uma cidade amiga do idoso estimula o envelhecimento activo ao optimizar oportunidades para saúde, participação e segurança, afim de aumentar a qualidade de vida das pessoas à medida que envelhecem.”
...Este programa contará com a participação contínua e activa dos idosos e afinal é mesmo isso que a OMS pretende.
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Deixamo-vos agora a notícia dada pela rtp (15/12/2007) acerca deste tema. Cliquem na imagem e vejam o vídeo!
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...Sem mais assunto desejamo-vos mais uma vez um óptimo ano de 2008 e um bom começo de aulas para todos os nossos visitantes que sejam professores ou estudantes e em especial para os nossos colegas do CCC.
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